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quinta-feira, 31 de maio de 2007
quarta-feira, 30 de maio de 2007
Jam Session Barbetta e Fuks
Clique na imagem para vê-la maiorNa melhor tradição do jazz interpretarão 'covers' de autores criativos,
músicas que nós todos conhecemos: artistas contemporâneos com Cecchin, Goolishian,
Roth, Elkaïm, Anderson servirão de base para que esses intérpretes rendam
homenagem aos "clássicos" e improvisem outras maneiras de tocar essas partituras
que transformaram a Terapia de Família.
Desafiando ternamente a tragédia: Ironia e Jogo em Psicoterapia
Os contextos trágicos que são organizados em torno ao sofrimento humano
têm uma força tal que impregnam a vida e as relações dos que se encontram envolvidos
por esse marco. Os terapeutas não escapam ao poder organizador desses contextos,
que limitam sua capacidade lúdica, suas habilidades e recursos criativos.
Como cuidar da liberdade de improvisar, criar, inventar nesses quadros trágicos?
Esta tem sido uma pergunta que os grandes músicos contemporâneos se fizeram,
e trataram de inventar seus 'truques' musicais.
Barbetta e Fuks retomam o desafio no ITF-RJ, Instituição que tem como característica
promover a criatividade e a liberdade nos terapeutas.
Estão todos convidados a esta Jam Session - a organização do concerto roga
aos participantes que tragam seus próprios instrumentos.
Dia 10 de julho
De 16 às 21 horas
Local: a confirmar
Preço: R$ 220,00 (para alunos em formação no ITF: R$ 190,00)
Não haverá tradução
Barbetta e Fuks ITFRJ



Preço para um dia (2a, 3a ou 4a) (8 horas de trabalho): R$ 280,00
Preço para dois dias: R$ 430,00
Três dias (2a, 3a e 4a) R$ 650,00
Só workshop da terça: R$ 220,00
Para alunos em formação:
R$ 240,00
R$ 370,00
R$ 565,00
R$ 325,00
Só o workshop: 190,00.
Parcelamento:
Até 10 de maio: 3 vezes.
Até 10 de junho: 2 vezes.
NÃO HAVERÁ TRADUÇÃO
terça-feira, 29 de maio de 2007
VIII Encontro de Formadores
VIII Encontro de Formadores
Um Evento da ABRATEF - Organização ATF-Rio
Agosto de 2007
Hotel Vale Real - Itaipava - Petrópolis - RJ
Tema: Os Impasses dos Formadores em Ação
Questões éticas e difíceis no contexto da formação em terapia de família
Público Alvo: Associados titulares direta ou indiretamente envolvidos com a formação em terapia de família, vinculados ou não a institutos formadores
Inscrição para o evento: ATF-Rio
Taxa de inscrição: R$ 50,00
Reserva de passagem e hotel: Imperial Tour
Encontro importante para professores, coordenadores e supervisores de cursos ou formação em terapia de família!!
sábado, 19 de maio de 2007
quarta-feira, 9 de maio de 2007
Quem Pode ser Terapeuta Familiar?
Essa pergunta foi feita dentro de um grupo de discussão de e-mail e é pertinente a todos que trabalham ou estudam a Terapia Familiar. Quais os critérios que definiriam quem pode e quem não pode ser terapeuta de família? Um profissional que não fosse da área de saúde poderia investir numa mudança de profissão e se especializar em terapia familiar? Ou seria uma graduação em Medicina, Psicologia ou outros cursos de saúde essenciais à formação de um terapeuta de família?
Vários institutos especializados já se depararam com essa questão, com desfechos dos mais variados. Muitos são favoráveis ao ponto de vista de que, mais do que a formação básica do curso de graduação, importa a pessoa do terapeuta, suas competências pessoais, sua integridade emocional e seu senso ético. As habilidades específicas poderiam ser desenvolvidas por uma formação adequada.
Entretanto, preocupações surgem com a questão do reconhecimento social da formação que as instituições oferecem, e com a questão de que instância cuidaria das questões éticas destes profissionais não médicos e psicólogos. Os Conselhos Regionais das demais profissões não têm nenhuma função relacionada a seus membros que trabalham como terapeutas, portanto não estão aptos a cuidarem das questões que esse tipo de atividade pode acarretar. Seria o caso da ABRATEF abraçar essas questões, tornando-se mais normativa para seus associados? Ou deveríamos restringir mais o espectro dos profissionais aos quais dirigimos nossa formação? Será que já não se começa a delinear dois tipos de formação: Uma voltada aos profissionais de saúde mental, para tornarem-se terapeutas de família (restrita a eles); e outra reservada aos demais profissionais, como extensão de conhecimentos universitários a fim de auxiliá-los em suas práticas, como advogados e juízes?
Mais cedo ou mais tarde será necessário um posicionamento da ABRATEF em relação a esta questão existente na formação. O que concluímos é que, a partir do momento em que:
Vários institutos especializados já se depararam com essa questão, com desfechos dos mais variados. Muitos são favoráveis ao ponto de vista de que, mais do que a formação básica do curso de graduação, importa a pessoa do terapeuta, suas competências pessoais, sua integridade emocional e seu senso ético. As habilidades específicas poderiam ser desenvolvidas por uma formação adequada.
Entretanto, preocupações surgem com a questão do reconhecimento social da formação que as instituições oferecem, e com a questão de que instância cuidaria das questões éticas destes profissionais não médicos e psicólogos. Os Conselhos Regionais das demais profissões não têm nenhuma função relacionada a seus membros que trabalham como terapeutas, portanto não estão aptos a cuidarem das questões que esse tipo de atividade pode acarretar. Seria o caso da ABRATEF abraçar essas questões, tornando-se mais normativa para seus associados? Ou deveríamos restringir mais o espectro dos profissionais aos quais dirigimos nossa formação? Será que já não se começa a delinear dois tipos de formação: Uma voltada aos profissionais de saúde mental, para tornarem-se terapeutas de família (restrita a eles); e outra reservada aos demais profissionais, como extensão de conhecimentos universitários a fim de auxiliá-los em suas práticas, como advogados e juízes?
Mais cedo ou mais tarde será necessário um posicionamento da ABRATEF em relação a esta questão existente na formação. O que concluímos é que, a partir do momento em que:
- Consideramos a Terapia de Família um movimento transdisciplinar que abarca a
Medicina, o Serviço Social, a Psicologia, a Educação, dentre outras formações; - o CDC/ABRATEF está considerando um critério mínimo de formação de 360 horas ou mais; o CDC/ABRATEF, em reuniões anteriores sugeriu que os cursos de formação fossem ministrados por mais de uma pessoa;
- que os mesmos deveriam incluir aulas teóricas, atendimento ao vivo (em espelho unidirecional ou não), supervisão dos alunos e exercícios vivenciais; que fossem incluídas matérias como Psicopatologia e Desenvolvimento Infantil;
- que os alunos fossem encaminhados a algum processo terapêutico, ao longo do curso, quando os professores julgassem necessário.
Considerando todos esses critérios, concluímos que não há porque não aceitar um profissional de outra área que tenha cumprido todas essas diretrizes. Estabelecido o mínimo de 360 horas ou mais de formação teremos, em média, 3 anos para realizarmos uma formação, tempo hábil para que alguém faça um curso de tecnólogo, quase uma faculdade. Portanto, com o longo tempo investido na formação, e com os critérios que o CDC tem sugerido, a formação está se estruturando de forma tal a possibilitar, de fato, a co-construção de novas estruturas afetivo-cognitivas por parte do aluno, capaz de sustentá-lo como futuro terapeuta de família.
Mais do que sua profissão de origem é sua estrutura psíquica para exercer a tarefa de ser terapeuta de família. Há psicólogos duvidosos para esta tarefa, mas talvez alguns advogados ou engenheiros competentes.
Mais do que a formação básica do candidato, o candidato em si.
Colaboração do CIPPE
terça-feira, 8 de maio de 2007
Apresentações...
Olá colegas e interessados nos estudos sobre a família,
Esse é o novo espaço do NUGEF onde poderemos disponibilizar notícias, artigos, opiniões, protestos... Um lugar livre para podermos conversar e trocar os conhecimentos que temos sobre família. O blog é uma mídia simples, livre e bastante democrática da internet, e é esse tipo de espaço que estamos tentando criar abrindo um blog para o NUGEF.
Mandarei e-mails para os membros da equipe NUGEF convidando a colaborar com esse blog e explicando detalhadamente como participar. Esse blog não "pertence" a nenhum membro em específico do núcleo, pertence, sim, ao núcleo em si. Possui um e mail gmail (nugefmail@gmail.com), um nome de usuário do núcleo (nugef) e uma senha simples que será dada aos colaboradores. O blog também possui um espaço de comentários onde qualquer um pode dar sua opinião, fazer perguntas ou simplesmente começar uma conversa.
Aproveitem o espaço e divirtam-se!
Luana Selva, colaboradora do NUGEF
Esse é o novo espaço do NUGEF onde poderemos disponibilizar notícias, artigos, opiniões, protestos... Um lugar livre para podermos conversar e trocar os conhecimentos que temos sobre família. O blog é uma mídia simples, livre e bastante democrática da internet, e é esse tipo de espaço que estamos tentando criar abrindo um blog para o NUGEF.
Mandarei e-mails para os membros da equipe NUGEF convidando a colaborar com esse blog e explicando detalhadamente como participar. Esse blog não "pertence" a nenhum membro em específico do núcleo, pertence, sim, ao núcleo em si. Possui um e mail gmail (nugefmail@gmail.com), um nome de usuário do núcleo (nugef) e uma senha simples que será dada aos colaboradores. O blog também possui um espaço de comentários onde qualquer um pode dar sua opinião, fazer perguntas ou simplesmente começar uma conversa.
Aproveitem o espaço e divirtam-se!
Luana Selva, colaboradora do NUGEF
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