terça-feira, 28 de outubro de 2008

O que é o NUGEF?

O QUE É O NUGEF?

O Núcleo Goiano de Estudos sobre a Família (NUGEF) é uma organização de profissionais voluntários especializados na área de Terapia Familiar que objetiva reunir profissionais da terapia familiar para agregar sentido e valores desta área de atuação. Iniciou seus trabalhos em 19 de junho de 2006.

PARCERIAS

- Projeto Anjo da Guarda do Juizado da Infância e da Juventude de Goiânia
- Centro de Formação em Terapia Familiar do CAEP/ convênio UCG
- Grupo de Estudos e Apoio à Adoção de Goiânia - GEAAGO
- Centro Integrado de Pesquisas, Psicologia e Educação - CIPPE.

CONTATOS:

Em Goiânia: (62) 3092-7306 (Angela, Fernanda ou Maria Helena); (62) 3241-3503 Dilza, Eleusis, Magui; (62) 8117-4769 Vera Cardoso.
Rua 89, n.º 515, Setor Sul, Goiânia-Goiás
CEP – 74.093-140

Em Anápolis: Lana Cláudia Fernandes Lino e Raquel Macário Rodovalho Fones: 62- 3098-4540 ou 9227-9148 (Lana)

Em Rio Verde: Luciana Martins (64) 8406-0678/(64) 3621-6262

Em Itumbiara: Marta R. Spini (64) 3431-9229


Informações sobre cursos/atividades e outras notícias sobre o NUGEF e a Terapia Familiar

Blog do NUGEF: www.nugefblogspot.com


TRABALHAMOS COM AS SEGUINTES TEMÁTICAS:

Terapia Familiar e Terapia de Casais
Família e Violência
Famílias nos contextos psicojurídicos
União homo afetiva
Adoção e novas construções de núcleos familiares
Mediação Familiar
Escola e família em co-construção
Desenvolvimento humano
Luto na Família

TRABALHAMOS COM:

Palestras
Grupos de estudos e terapêuticos
Seminários
Supervisão em grupo
Assessoria institucional


Temos uma rede de apoio com profissionais especializados em todas as áreas da Terapia Familiar e de Casal e informações sobre Terapia Familiar em Goiás e no Brasil.

SE VOCÊ SE IDENTIFICA COM NOSSAS PROPOSTAS VENHA FAZER PARTE DESTE MOVIMENTO

domingo, 26 de outubro de 2008

Leituras sobre Adoção

Convidamos vocês a acessarem o livro virtual de Anderson Hernandes "A Vida de Um Pai Adotivo" – A Adoção de uma criança pelo ponto de vista de um pai".

Basta clicar em http://www.andersonhernandes.com.br/livro/

Leiam também a matéria sobre adoção do Diário do Grande ABC de 12/10/2008
Caderno Dia-a Dia. Matéria "Uma família de presente"

Clique em http://www.dgabc.com.br/

Documento Mínimo Norteador de Formação 2008

Este documento foi aprovado no ultimo Congresso de Terapia familiar. É importante para que toda instituição de formação em Terapia familiar atente para a formação do Terapeuta de FAMILIA DENTRO DAS NORMAS DA ABRATEF - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TERAPIA FAMILIAR.

Segue abaixo o documento




DOCUMENTO MÍNIMO NORTEADOR DE FORMAÇÃO 2008

No uso de suas atribuições a Comissão de Formação do Conselho Deliberativo e Científico da ABRATEF 2002-2004 elaborou com a participação de profissionais formadores em Terapia Familiar e de Casal este documento mínimo que se propõe reger o reconhecimento da Formação em Terapia Familiar e de Casal pela ABRATEF.

Segue abaixo o novo texto do DOCUMENTO MÍNIMO NORTEADOR DE FORMAÇÃO com as resoluções da Comissão de Formação do Conselho Deliberativo e Científico da ABRATEF 2006-2008, com aprovação por unanimidade do CDC 2006-2008.

1 - Carga horária mínima (resolução CDC 2006-2008)
Válido a partir de 2009 para as novas turmas de formação. O cômputo de cada hora-aula é, segundo a tradição, de 50 minutos. Os cursos de formação em terapia de família reconhecidos pelas regionais filiadas a ABRATEF devem oferecer carga horária de 500 horas-aula, distribuídas entre teoria e prática, a saber:
O mínimo de 250 horas: Formação teórica
O mínimo de 100 horas: Atendimento clínico supervisionado
O mínimo de 100 horas: Exercício e vivências para o desenvolvimento de recursos técnicos com a pessoa do terapeuta.
O mínimo de 50 horas: tempo organizado em um Banco de Horas, computado de acordo com as normas internas dos Cursos de Formação, como por exemplo, em aulas não presenciais, como a participação em cursos e congressos.

2 - Conteúdo programático:
2.1 – Bases epistemológicas e teóricas
2.2 – História da Terapia Familiar
2.3 – Originadores e Escolas precursoras
2.4 – Metodologias de Intervenção no Processo Terapêutico
2.5 – Trabalho com a pessoa do terapeuta: família de origem do terapeuta e desenvolvimento de habilidades pessoais.
2.6 – Prática do atendimento: a) Simulação / b) Observação / c) Atendimento ao vivo /
d) Atendimento do aluno / e) Supervisão

3 - Critérios de Avaliação:
3.1 - Presença mínima de 80% nas aulas
3.2 - Participação nas vivências
3.3 - Trabalho de conclusão de curso: a critério do instituto formador

II - CRITÉRIOS PARA SER FORMADOR
Para ser reconhecido como formador em Terapia Familiar e de Casal pela ABRATEF o profissional deverá preencher os requisitos:
1 ) Ser membro titular de uma Associação Regional da ABRATEF
2 ) Ser apresentado por 3(três) sócios fundadores da regional da ABRATEF ou ter seu curso reconhecido por uma regional da ABRATEF.
3 ) Comprovar produção científica sob a forma de apresentações em Congressos, publicações de trabalhos e pesquisas.
4) O formador deverá conjugar as atividades de professor e supervisor.

III - RECONHECIMENTO DOS CURSOS
1) O curso deverá seguir o Documento Mínimo da Formação da ABRATEF
2) O formador deverá seguir os critérios para qualificação de formador da ABRATEF
3) O corpo docente do curso de formação deverá ter no mínimo dois formadores reconhecidos por uma regional da ABRATEF.
4) O verso dos certificados do curso deverá conter o número de horas e o programa do curso de Formação em Terapia Familiar e de Casal

IV - RECONHECIMENTO DOS INSTITUTOS FORMADORES
1) O Instituto Formador deverá apresentar à Regional da ABRATEF o seu programa básico acompanhado do conteúdo das disciplinas teóricas e práticas, a carga horária, a forma de avaliação e a data de início das atividades didático - pedagógicas.
2) O Instituto Formador deverá comprovar com o curriculum vitae do seu corpo docente habilitação para ministrar disciplinas do Curso de Formação de Terapeutas de Família e de Casal.
3) Título de Formador de Terapeutas de Família e de Casal do coordenador do curso de formação expedido por uma das Associações Regionais que compõem a ABRATEF.
4) Comprovação atualizada da filiação do coordenador do curso junto a uma regional da ABRATEF há no mínimo dois anos.

CONSIDERAÇÕES APROVADAS PELO CDC 2006-2008


1) A redefinição do Documento Mínimo de Formação e da Função Formador, como NORTEADORES e não como exigências. Ou seja, renomeados como: Documento Mínimo Norteador de Formação e da Função Formador Norteadora.

2) A continuidade da pauta sobre o Documento Mínimo Norteador de Formação e Função Formador Norteadora para discussão, ampliação e elaboração. Esses temas deverão prevalecer no foco dos trabalhos da próxima comissão de formação, a ser eleita para o biênio 2008-2010, independente dos demais temas envolvidos.

3) A criação de um FORUM PERMANENTE para a discussão contínua do Documento Mínimo Norteador de Formação e da Função Formador Norteadora nos ENCONTROS DE FORMADORES. A Comissão de Formação do CDC deve zelar por esse espaço dialógico, para que esses temas possam ser sempre temas de conversações. E deverá cuidar das mudanças que se façam necessárias, buscando sempre um espaço de consenso junto as regionais filiadas a ABRATEF.

4) A visibilidade do Documento Mínimo Norteador de Formação e da Função Formador Norteadora no site da ABRATEF e das Regionais. Sugestão de que também os INSTITUTOS FORMADORES divulguem esses documentos.

A apresentação das quatro conclusões da Comissão de Formação levantou grande interesse entre os demais representantes do CDC, o impacto desses fatos resultou não só no consenso por sua aprovação, mas na sua ampliação. Assim, na interface entre tantos saberes, além dos quatro quesitos acima, foram aprovados por unanimidade novas seis propostas, a saber:

5) A nova redação do texto do Documento Mínimo Norteador de Formação, válido a partir de 2009 para as novas turmas de formação. O cômputo de cada hora-aula é, segundo a tradição, de 50 minutos. Os cursos de formação em terapia de família reconhecidos pelas regionais filiadas a ABRATEF devem oferecer carga horária de 500 horas-aula, distribuídas entre teoria e prática, a saber:

O mínimo de 250 horas: Formação teórica
O mínimo de 100 horas: Atendimento clínico supervisionado
O mínimo de 100 horas: Exercício e vivências para o desenvolvimento de recursos técnicos com a pessoa do terapeuta.

O mínimo de 50 horas: tempo organizado em um Banco de Horas, computado de acordo com as normas internas dos Cursos de Formação, como por exemplo, em aulas não presenciais, como a participação em cursos e congressos.

6) A exclusão dos seis itens do capítulo V que trata dos Critérios para o Aluno em Formação e sua Titulação do Documento Mínimo Norteador de Formação. Essa exclusão temporária deverá ser reavaliada futuramente pelos sucessores da comissão de formação e do estatuto, em função da importante discussão sobre quem pode ou não ser terapeuta de família e aluno dos cursos de especialização, segundo capítulo excluído e descrito abaixo em itálico.

7) A legitimidade da Regional no reconhecimento do INSTITUTO FORMADOR. A regional deverá apresentar seus critérios para a renovação desse reconhecimento, que deve ocorrer a cada dois anos. Esse procedimento de revalidação será adotado no ENCONTRO DE FORMADORES. O objetivo principal desta medida é, a partir do bom senso dos associados de cada regional, estimular o intercâmbio entre OS INSTITUTOS FORMADORES e as Regionais.

8) Toda a equipe formadora permanente do INSTITUTO FORMADOR reconhecido deverá ser composta por associados na categoria TITULAR.

9) A concessão às Regionais de um SELO da ABRATEF, de acordo com proposta da ATF-RIO. Portanto, cada Regional emitirá a relação dos INSTITUTOS FORMADORES, reconhecidos, os quais receberão o SELO ABRATEF. No Encontro de Formadores, que acontece a cada dois anos, as Regionais apresentarão a lista dos INSTITUTOS FORMADORES que tiveram seu reconhecimento revalidado. É sugerido que, no site da ABRATEF, sejam listados os INSTITUTOS FORMADORES reconhecidos por cada Regional.

10) A elaboração de uma “Carta Convite” com o objetivo de construir o espaço de pertinência do profissional e proporcionar a aproximação das Regionais ao final dos cursos. A Carta Convite será enviada aos formandos não-membros aspirantes como um estímulo ao ingresso na Regional. O SELO ABRATEF será anexado aos certificados dos formandos dos cursos de especialização em terapia familiar. Os dados com o nome do formando, o número do selo, o nome do instituto e da respectiva Regional, serão registrados na ABRATEF.


Comissão de formação eleita para o CDC 2006-2008
• Cynthia Ladvocat - COORDENADORA
• Gilda Franco Montoro
• Katia Bastos Fonseca
• Maria Cristina D´Avila de Castro
• Êda Brasiliense
• Neyde Bittencourt de Araújo
• Roberto Faustino de Paula
Colaboradores: Helena Hintz e Vania Castilho

Devemos ressaltar a importância do trabalho das comissões 2002-2004 e 2004-2006 que elaboraram, respectivamente, o Documento Mínimo de Formação e o Documento sobre o Perfil do Formador, os quais produziram um profundo debate sobre a formação e o formador. O impacto desses documentos serviu de base para o Levantamento da Comissão de Formação 2006-2008.

O registro da ata da reunião em Florianópolis em abril de 2008 foi elaborado por Cynthia Ladvocat, Gilda Montoro e Neyde Bittencourt. As conclusões e considerações finais sobre o trabalho desenvolvido por esta comissão foram possíveis a partir da participação dos demais colegas nas reuniões do CDC, a saber: Maria Cristina D´Avila de Castro, Êda Brasiliense e Helena Hintz.


Cynthia Ladvocat
Coordenadora da Comissão de Formação 2006-2008

MESA REDONDA DA ACOTEF

A mesa redonda da ACOTEF no último CBTF abordou o tema "FAMÍLIA E JUSTIÇA: A DIFÍCIL QUESTÃO DE SE TRATAR O ABUSO SEXUAL", das autoras Liana Fortunato Costa, Maria Aparecida Penso, Tânia Mara Campos de Almeida e Maria Alexina Ribeiro. O grupo de autoras foi representado em Gramado pelas professoras Liana Fortunato Costa e Maria Aparecida Penso, que nos mostraram o trabalho com grupos multifamiliares envolvendo famílias com vivências de abuso sexual. O projeto ocorre no contexto acadêmico, portanto, diz respeito não apenas à intervenção, mas à formação de graduandos e pós-graduandos, sempre com a preocupação de construir conhecimentos e colocá-los à disposição dos profissionais que trabalham nessa área. Além da experiência acumulada nos anos em que o projeto vem-se desenvolvendo, elas nos trouxeram as percepções das famílias acerca da Justiça e os sentimentos e atitudes das famílias em relação ao abusador. Com a discussão proposta por elas, refletimos juntos acerca da complexidade do fenômeno do abuso sexual e das dificuldades da Saúde e da Justiça em fazer frente a esse problema, o que faz com que muitas famílias fiquem desassistidas e precisem lidar sozinhas com essa difícil realidade.

sábado, 11 de outubro de 2008

Cloé Madanes - Violência, Família e Sociedade - Dilemas e Soluções

O enfoque a ser dado por Cloé Madanes na sua palestra e no workshop Violência, Família e Sociedade - Dilemas e Soluções (dias 6,7 e 8 de novembro de 2008 em Curitiba), versará sobre as questões internacionais do combate à violência familiar.

Em um dos artigos que ela escreveu para o curso e onde trata da questão da "ação social" dos vários agentes que atuam no combate à violência familiar, Cloé Madanes destacou que as pessoas e, em especial, os terapeutas familiares, devem agir de modo a evitar e a combater a violência. Devem defender e proteger os direitos humanos e impedir ações violentas.

Para ela, "não agir é agir" e "não agir, evitar envolver-se, permanecer neutro na observação de atos violentos é estar do lado da violência e do abuso".


Visite este link e saiba sobre o programa completo do evento


Para inscrições acessar este link do site do Nova Forma Projetos e Eventos

5° Workshop sobre o Amor

Para aumentar a imagem, clique na mesma



Viagem de Estudos a Chicago

III Viagem de Estudos ao Chicago Center for Family Health
Universidade de Chicago, USA
Curso Intensivo de Terapia de Casal e Família
De 04 a 09 de maio de 2009
Inscrições até 06 de novembro de 2008


Mais informações, como:

Custo total do curso
Forma de pagamento das parcelas
Visto americano e passaporte
Passagem aérea
Seguro de viagem (obrigatório)
Hospedagem
Datas e horários da saída e do retorno
Programação
Objetivos

Acesse o site www.isbl.org.br/pos
ou
Ligue para
(43) 3379-7200 nas terças-feiras


Tratar com Leda Meda Caetano
Coordenadora da Viagem