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A F&Z CONVIDA A TODOS DO GRUPO EMDR BRASIL
CURSO DE EMDR COM CRIANÇAS E SUAS FAMÍLIAS TEORIA E PRÁTICA
14 , 15 E 16 DE NOVEMBRO 2008
COM A LIC MARIA ELENA ADÚRIZ
PROGRAMAÇÃO:
- TRAUMAS EM CRIANÇAS. EMDR EM FAMÍLIAS COM CRIANÇAS.
- COMO MOTIVAR A CRIANÇA A USAR EMDR .
- USO DE PROTOCOLOS ADAPTADOS A DIFERENTES QUADROS CLÍNICOS.
- PRÁTICAS E SUPERVISÕES.
SERÃO OFERECIDAS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS NO CURSO
Investimento: Mil reais
Até a data de 10 de novembro
RUA JOAQUIM FLORIANO 466 CJTO 2108 ITAIM BIBI CEP: 04534-002 SÃO PAULO SP
AS VAGAS SERÃO PREENCHIDAS SEGUNDO ORDEM DE CHEGADA DE INSCRIÇÕES.

As Relações Amorosas, Vínculos Conjugais e Familiares nos Dias Atuais.
Curso teórico-prático-vivencial sobre terapia familiar e conjugal sob a ótica do pensamento sistêmico
PERÍODO: Setembro a Dezembro de 2008
Informações - Inscrições-
Ed. Brasília Rádio Center, sala 3125, SRTVN 701, W3 Norte
Asa Norte - Brasília - DF
Mandar as informações abaixo para :
marilialcouri@hotmail.com
ou
Curso: As Relações Amorosas,Vínculos Conjugais e Familiares nos
Dias Atuais
Formulário para Inscrição
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| Telefone residencial: |
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| E-mail: Profissão: |
| Porque você se interessou pelo curso? |
| Forma de Pagamento Profissionais ( )6X 300,00 ( )3x 570,00 ( 5% desconto) ( )A vista Estudantes ( ) 6x 250,00 ( )3X 475,00 (5% de desconto) ( )A vista **** A vista 10% de desconto para profissionais e estudantes |
| Como você soube do curso? |
As Relações Amorosas, Vínculos Conjugais e Familiares nos Dias Atuais.
Curso teórico-prático-vivencial sobre terapia familiar e conjugal sob a ótica do pensamento sistêmico
PERÍODO: Setembro a Dezembro de 2008
Local: Brasília-DF
Curso Nível I e II
O curso ocorrerá no período de Setembro de
Será conferido certificado como curso de capacitação, observando-se as normas relacionadas a presença e a entrega das tarefas.
Público-Alvo
Psicólogos, assistentes sociais, psicopedagogos, psicoterapeutas, médicos, enfermeiros e estudantes dos últimos anos das áreas citadas e interessados na área.
Os alunos do nível II terão que ou ter já cursado o Nível I ou terem conhecimento na área de terapia familiar e casal.
Conteúdo Programático
NÌVEL I
Módulo I – Dias 12 e 13 de Setembro de 2008
De Onde Viemos Para Onde Vamos - O Desenvolvimento da Terapia Familiar e Conjugal:
Breve História da T.F. e T.C. Teoria Geral dos Sistemas. Conceitos Essenciais. A Questão da Comunicação. Introdução ao Modelos de T.F. e T.C.. Técnicas. (Professora Marilia)
Módulo II – Dias 3 e 4 de Outubro de 2008
Indo Além dos Princípios - Integrando os Vários Modelos:
O Modelo Intergeracional. O Modelo Estrutural. O Modelo Estratégico. O Modelo Sistêmico. Integração dos Modelos. Técnicas. (Professora Marilia)
Módulo III – Dias 24 e 25 de Outubro de 2008
O Elástico Invisível - As Mudanças
A Função do Casamento . A Formação do Casal - a escolha do parceiro, o jogo inconsciente, o contrato secreto do casamento. A Família do Parceiro. O Nascimento dos Filhos e a Questão dos Irmãos. A Família com Crianças Adotadas e Naturais. O Casal Após a Partida dos Filhos. O Casal Idoso. A Viuvez.Traição. Separação. Divórcio. Recasamento Técnicas. (Professora Marilia)
Módulo IV - Dias 14 e 15 de Novembro de 2008
O Elástico Invisível (continuação) e A Complexidade da Vida Familiar e Conjugal:
A Família com Adolescentes .O Casal Homosexual. A Violência. A Morte na Família. Técnicas. ( Professora Angela)
Módulo V - Dias 05 e 06 de Dezembro de 2008
A Complexidade da Vida Familiar ( continuação) e O Processo da Terapia Familiar e Conjugal:
A Síndrome da Alienação Parental. As Diferenças de Gênero. O Casal Multiracial e Multicultural A Terapia de Casal. Os Estágios da Terapia. O Terapeuta. Técnicas. (Professora Marilia)
Técnicas
Genograma. O Tempo Familiar. O Espaço Familiar - Visita Domiciliar. Mapa do Horário. Ecomapa. Escultura Familiar. Prescrições. Fotos. Exercícios Projetivos. Técnicas de Comunicação. Técnicas Psicodramáticas. Técnicas Cognitivo-Comportamental. Técnicas de Perdão e Outras.
Nível II
Módulo I – Dias 5 e 6 de Setembro de 2008
Pós-modernidade e complexidades em terapia familiar , a questão da co-terapia e do terapeuta
Módulo II – Dias 26 e 27 de Setembro de 2008
Avaliação clínica do sistema familiar
Módulo III – Dias 17 e 18 de Outubro de 2008
Avaliação clínica do sistema familiar e laudo
Módulo IV – Dias 28 e 29 de novembro de 2008
O Casal, resiliência e mediação familiar
Módulo V – Dias 12 e 13 de dezembro de 2008
Famílias com problemas específicos : doenças crônicas e terminais, doenças mentais, situações traumáticas específicas
Técnicas
Vivências, entrevistas e instrumentos específicos de avaliação,genogram e visita familiar aprofundados, técnicas de comunicação, rituais, supervisão e discussão de casos clínicos.
Ministrantes
Marilia Lohmann Couri: CRP 01/0914
Psicóloga, Psicoterapeuta Conjugal e Familiar. Mestre
Angela Baiocchi: CRP 09/503
Psicóloga, Psicoterapeuta e Consultora Educacional. Especialista em Psicodrama, Sociopsicomotricidade Ramain e Terapia Familiar. Mestre
Coordenação
Marina Lohmann Couri e Marco Antônio B. do Nascimento
Investimento
Profissionais: 6X 300,00 ou 3x 570,00 ( 5% desconto) ou a vista (10% de desconto
Estudantes: 6x 250,00 ou 3X 475,00 (5% de desconto) ou a vista (10% de desconto)
MATERIAL e COFEE BREAK INCLUSOS
Local do Curso
Ed. Brasília Rádio Center, sala 3125, SRTVN 701, W3 Norte
Asa Norte - Brasília - DF
Fones (61) – 9292.1004 (Marina)- 9215.4403(Marilia) - 3328-3324 – (consultório) 9682.2815(Marco)
Informações - Inscrições-
marilialcouri@hotmail.com marilialcouri@yahoo.com.br marcobaiao@gmail.com marina_lohmann@yahoo.com.br
“ QUANDO E COMO CONTAR PARA A CRIANÇA?”
COMO CONTAR?
QUANDO CONTAR?
Se a criança foi adotada ainda bebê, e portanto, não tem lembranças de sua história anterior, é melhor esperar que ela manifeste sua curiosidade, igualzinho a qualquer criança, por volta dos três ou quatro anos, vai observar mulheres grávidas, às vezes comentar que viu uma mulher muito “gordona”. Ao ouvir a explicação que essa mulher não é gorda e sim que tem um bebê na barriga, logo vai perguntar: “mamãe, eu morei na sua barriga?” ou, “mamãe eu também saí de sua barriga?”
O QUE REALMENTE NOS DÁ MEDO?
Talvez o que mais assuste a nós pais adotivos, seja o medo de que essa criança que amamos tanto e que não queremos que sofra, nos pergunte: “porquê minha mãe não me quis?”
Dá um medo danado, pois nos colocamos no lugar da criança e ficamos imaginando o tamanho do sentimento de rejeição e da dor que isso provoca. Mas uma criança de três/quatro anos de idade não faz esse tipo de pergunta, na realidade nós é que projetamos nela todo o nosso medo de ser rejeitados e todas as nossas dores por rejeições que já sofremos.
Outro “medão” é que ela queira conhecer a mãe biológica. Mas isso requer um grau de elaboração que essa criança pequena também ainda não tem. Perguntas sobre a mãe biológica surgirão bem mais tarde, provavelmente após os cinco ou seis anos de idade. E perguntar por essa mãe biológica, não é necessariamente querer conhecê-la, mas muito mais querer saber algo mais sobre a sua própria história.
FILHO DO CORAÇÃO!!!!
“Você é minha filhinha do coração”. “Você nasceu do meu coração!!”
Belíssima simbologia. Mas somente para nós adultos e para os adolescentes. Crianças pequenas ainda não possuem elaboração simbólica de pensamento, raciocinam no concreto, e diante de frases como essas algumas dizem: “Mãe, você ta louca, coração não tem barriga, não dá para eu nascer do seu coração”.
“SURGEM NOVOS MOMENTOS DE REVELAÇÃO: O FILHO ADOTIVO CRESCE E AMPLIA SUAS INSERÇÃO SOCIAL”
Chegou à hora de matricular a criança na escola. O que fazer, contar,ou
não, na escola, que é um filho adotivo? E para quem contar na escola?
Mais uma vez observamos que a revelação da adoção não se faz em uma só conversa, mas é parte da história dessa criança para sempre, e o que muda é quem está contando, porque e para quem está contando.
A entrada na escola faz com que se inicie uma nova fase no processo evolutivo da construção da identidade de filho adotivo, mas é como se esse novo momento comece a repetir o que já foi vivenciado dentro da família adotiva, no que se refere à revelação da adoção para parentes, amigos e para a criança.
Voltam perguntas semelhantes.
Antes: Conto ou não conto para meus amigos e parentes que decidi adotar um filho?
Agora: Conto ou não conto na escola que meu filho é adotivo?
Antes: Para quem, na minha família e dentre meus amigos, acho importante contar primeiro sobre minha decisão em adotar um filho?
Depois: Para quem na escola eu acho importante contar sobre a adoção? Só para a professora ou para a escola toda?
Antes: Eu sou responsável por decidir se devo ou não contar, e para quem devo contar sobre a adoção, não preciso sair anunciando publicamente que meu filho é adotivo.
Depois: Meu filho, mesmo pequeno, já começa a ser dono de sua história, e se eu não falar nada na escola e ele começar a contar que: “não saiu da barriga da mamãe”, ou que “tem duas mamães”. Como essa professora vai reagir?
O FILHO ADOTIVO VAI À ESCOLA
Para todas as crianças, a escola, é um ambiente de vida particularmente significativo na sua formação pessoal e social, seja pelas ligações que se estabelecem com professores e colegas, seja pelas importantes implicações emotivas relacionadas com as expectativas do mundo adulto.
É determinante para o desenvolvimento da personalidade, das competências e da integração social, o posicionamento que professores e pais assumem frente à entrada e convivência da criança adotiva na escola.
A escola, através de atividades didáticas pode desenvolver conceitos e relação de respeito às diversas formas de paternidade e de maternidade, participando da formação de novas percepções relacionadas às novas estruturas familiares que vão se estabelecendo na sociedade (as famílias adotivas, as separadas, as de novos casamentos e os meio-irmãos, mães/pais solteiros ou viúvos....). A escola pode proporcionar aos alunos a percepção das características específicas de cada um desses tipos de composição familiar, incluindo-se aí as especificidades da família adotiva.
Outro aspecto que a escola tem papel fundamental, é em relação ao respeito à diversidade racial, o que atinge diretamente famílias que assumiram a adoção inter-racial. A escola precisa estar atenta às inúmeras possibilidades de valorizar a “diversidade” como instrumento pedagógico, e não com obstáculo à educação.
A primeira pergunta que precisamos fazer a nós mesmos é: “chegou a hora de matricular meu filho na escola, devo ou não contar na escola sobre a adoção?” e mais, “para quem, na escola, eu devo contar?”. Penso que não é necessário contar para toda a escola que meu filho é adotivo, basta contar para a professora, e se necessário trocar idéias com essa professora sobre como você acha importante lidar com essa história.
E o processo evolui, na maioria das vezes, é necessário mudar a criança de escola quando ela chega ao final da primeira fase do primeiro grau(atual 5ª série), mais ou menos aos 10 ou 11 anos de idade. E nessa idade devo ou não falar de adoção na nova escola? Ou a partir de agora meu filho já tem condições de escolher se quer ele mesmo contar sobre a adoção, quando e para quem.
À medida que nossos filhos crescem, vão se tornando donos de sua própria história, e nós, os pais, já não temos o direito de falar por eles, vamos aos poucos assumindo o papel de retaguarda nas decisões que eles mesmos tomarão sobre a revelação da adoção.
“O FILHO ADOTIVO ESTÁ VIRANDO ADOLESCENTE. A REVELAÇÃO AINDA É TEMA PRESENTE?”
· Aos poucos precisamos nos conscientizar que esse “segredo” vai cada vez mais pertencendo ao filho adotivo, e é preciso respeitá-lo, posso me revelar e me identificar como mãe/pai adotivos, mas sem identificar meu(s) filho(s).
· A vida continua, a criança cresce, torna-se um adolescente ou um jovem adulto, e novos momentos relacionados à sua decisão de contar sua condição de filho adotivo, começam a surgir: contar ou não para o(a) namorado(a)? E as questões voltam e novamente o processo se repete:
· O(a) namorado(a) precisa saber sobre a adoção? Quem deve contar? Quando é o momento de contar para o(a) namorado(a)?
· Se o namoro evolui para um relacionamento mais estável, a família do(a) namorado(a) deve saber sobre a adoção?
· Quem conta e quando conta para a família do(a) namorado(a)?
E assim, se constrói história de vida de uma família adotiva, e a famosa pergunta: “quando e como contar que meu filho é adotivo?”, se apresenta em diferentes momentos de nossas vidas, faz parte de nós e de nossas vidas para sempre........
Vera Lucia Alves Cardoso
(voluntária do Grupo de Estudos e Apoio à Adoção de Goiânia/GEAAGO)