terça-feira, 9 de setembro de 2008

O amor fala todas as línguas: Assitente Social na luta contra o preconceito: campanha pela livre orientação e expressão sexual

"(...) Isso de querer ser exatamente aquilo que a gente é ainda vai nos levar além" (paulo Leminsk)
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Aprovada durante o 34° Encontro Nacional CFESS-CRESS e lançada oficialmente a partir de julho de 2006 em todos os encontros descentralizados, a Campanha pela Livre Orientação e Expressão Sexual é uma manifestação à sociedade brasileira que os Assistentes Sociais fazem para mostrar que estão "atentos e fortes" para fortalecer a luta por um rpojeto societário fundado na igualdade e na liberdade, o que implica reconhecimento e valorização da diversidade humana. Essa campanha tem como principais objetivos: sensibilizar a categoria das/os Assistentes Sociais e a sociedade para o debate em torno da livre orientação e expressão sexual como direito humano; contribuir para o aprimoramento profissional por meio do debate sobre a sexualidade humana como uma dimensão da individualidade e que, portanto, necessita ser reconhecida em sua diversidade de expressões: heterossexualidade, homossexualidade e bissexualidade e contribuir para a garantia do respeito à diversidade humana nos espaços institucionais de atuação e na formação profissional em Serviço Social.

Ao lançar essa campanha o conjunto CFESS-CRESS contribui para:

Combater a violência e defender direitos.

Concretizar o Código de Ética dos Assistentes Sociais especialmente os seguintes princípios fundamentais: "Reconhecimento da liberdade como valor ético central e das demandas políticas a elas inerentes - autonomia, emancipação e plena expansão dos indivíduos sociais; defesa intransigente dos direitos humanos e recusa do arbítrio e do autoritarismo.

Fortalecer o combate sobre ética e direitos humanos no âmbito do Serviço Social brasileiro

Chamar atenção da sociedade de que se as leis favorecem à liberdade de orientação e expressão sexual, que tramitam na câmara dos Deputados fossem aprovadas, o ano de 2007, possibilitariam, do ponto de vista legal, a entrada dos segmentos GLBT, no universo dos sujeitos de direitos, quase 218 anos após a Revolução Francesa; 507 anos a pós a descoberta do Brasil e 19 anos depois da promulgação, no Brasil, da chamada Constituição Cidadã".

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